|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| : | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
SÃO PAULO - O vice-presidente da Cisco para América Latina, Carlos Carnevali, foi afastado do cargo por conta das acusações que enfrenta na Justiça, informou a companhia em um comunicado. Segundo a nota, ele também foi desligado devido a uma auditoria interna realizada pela empresa, que encontrou "uma falha no cumprimento do Código de Conduta de Negócios da Cisco". "A Cisco continuará a revisar os fatos no Brasil e a tomar medidas disciplinares e corretivas apropriadas", informou a nota. Carnevali, junto ao presidente da empresa, Pedro Ripper, e outros suspeitos, chegou a ser preso por conta das acusações, feitas em meados outubro, de participação em um esquema fraudulento de importações que teria a Cisco como principal beneficiada. Todos já foram libertados. Segundo a Receita Federal, que ao lado da Polícia Federal desbaratou a suposta quadrilha na Operação Persona, desde 2002 pelo menos 500 milhões de dólares em equipamentos para redes corporativas foram importados com subfaturamento e sonegação de impostos. Os tributos sonegados, somados às multas e juros incidentes, chegariam a 1,5 bilhão de reais, segundo a Receita. REUTERS
|
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||