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São Paulo, 10 de outubro de 2007 – O pesquisador brasileiro, Marcelo Coelho, que reside nos EUA está desenvolvendo o papel inteligente no MIT (Massachusetts Institute of Technology) ou Instituto Tecnológico de Massachusetts. “Entre as possíveis aplicações para o dispositivo estão caixas que possam sentir o próprio peso e informar ao computador central de uma indústria de transportes”, exemplifica o pesquisador. Por enquanto, foram investidos cerca de US$ 30 mil.
A técnica de fabricação, assim como no papel comum, consiste na quebra e mistura de fibras orgânicas em água, retirada, prensagem e secagem do papel. “A diferença do nosso processo é que adicionamos componentes eletrônicos que secarão Pesquisa e desenvolvimento Uma parte da pesquisa é voltada ao estudo de formas de fabricação tradicionais e como elas podem informar o design de tecnologia interativa. “Para que o papel continue a fazer parte dos nossos meios de comunicação é importante que ele tenha a mesma flexibilidade que os meios digitais”. O pesquisador revela que umas das técnicas desenvolvidas no projeto é a impressão com tintas especiais, que são normalmente usadas para impressão de circuitos digitais. “Nós conseguimos imprimir circuitos completos em papel com diversas funções: papel que toca musica; que sente quando esta sendo dobrado ou que se ilumina”.
Larissa Januario
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