"Far Cry" foi o título que abriu a portas para a Crytek integrar o seleto rol das produtoras mais respeitadas do mercado, mas mesmo assim não ficou livre de falhas: em entrevista à revista PC Gamer inglesa, Cevat Yerli, CEO da companhia, admitiu o final do jogo de tiro em primeira pessoa foi "horrível".
"Existiam pessoas que paravam em dois pontos: um grupo parava de jogar 'Far Cry' quando os mutantes apareciam, e o outro na fase final", disse Yerli. "Não havia design".
Ele explicou que o principal problema foi que o tempo de desenvolvimento estava acabando e a Crytek queria lançar "Far Cry" antes da chegada de "Half-Life 2" e "Doom 3" - o que acabou acontecendo. A pressa prejudicou a produção do jogo.
Agora, a produtora trabalha em "Crysis" e espera fazer tanto sucesso quanto "Far Cry", sem repetir os mesmos erros.