Ganhe

Principal FAQ RSS Links SiteMap Frases Toques de Celular Contato
:    
Todas Notícias
Brasil
Concursos Publicos
Cotidiano
Economia
Entretenimento
Esporte
Frases e Mensagens
Internacional
Jogos
Música
Variedades
Tecnologia

Novidades
Seu Nome:
Seu E-mail:
botao Enviar botao

Pesquisa

Por que o Brasil está tão violento?

-----------
Outros
Desigualdade
Educação
Bebidas
Drogas
Votar
 
Resultado

 
Internacional 

Venezuela rejeita reforma constitucional de Chávez

Partidários do 'não' no referendo comemoram a derrota de Chávez

AP

Partidários do 'não' no referendo comemoram a derrota de Chávez

CARACAS - O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela anunciou durante a madrugada desta segunda-feira, 3, a vitória do "não" no referendo sobre a reforma constitucional realizado na Venezuela neste domingo. O presidente Hugo Chávez em pronunciamento em rede nacional admitiu a derrota e pediu que o resultado seja respeitado. A reforma permitiria que ele disputasse o cargo um número indefinido de vezes.

 

Em uma votação apertada, o "não" recebeu 50,7% dos votos e o "sim", 49,29%, no primeiro bloco de artigos submetidos à consulta. Além disso, 51,05% rejeitaram o segundo bloco de artigos, enquanto 48,94% o aprovaram. A abstenção no referendo foi de 44,9%.

 

O CNE divulgou o primeiro resultado mais de oito horas após o fim das votações, com quase 90% dos votos apurados. A presidente do Conselho afirmou que a vitória do "não" é irreversível.


 

Chávez, atribuiu à abstenção a derrota sofrida no referendo. Durante discurso na sede do governo, o governante comparou o pleito deste domingo com a que ocorreu há um ano, nas eleições presidenciais, nas quais derrotou com folgas o candidato opositor Manuel Rosales.

 

O governante manifestou que a derrota pode ter acontecido porque não soube explicar bem o alcance da reforma ou porque outros aspectos relacionados com a organização e mobilização de seus seguidores falharam. O líder venezuelano se mostrou convencido de que esses três milhões "seguem apoiando a revolução", mas não foram votar, e assinalou que a responsabilidade por essa abstenção deve ser buscada em suas próprias fileiras.

 

Boca-de-urna

 

As pesquisas de boca-de-urna indicavam a vitória do "sim" no referendo sobre a reforma constitucional realizado na Venezuela. Segundo a PLM Consultores, a vitória seria de 54% a 46% dos votos e o Instituto Venezuelano de Análisis e Dados, 53% a 47%, informou a agência Efe. A votação transcorreu em clima de tranqüilidade. A reforma constitucional foi proposta pelo presidente e pela Assembléia Nacional por ele dominada.

 

As urnas se abriram às 6 horas (8 horas em Brasília) e estava previsto que fechassem às 16 horas, mas o período se estendeu até o fim da tarde, enquanto havia eleitores nas filas. Muitos se queixaram de ter de esperar horas para votar. O gargalo eram as máquinas de reconhecimento de impressão digital, instaladas na entrada das seções eleitorais.

 

A votação

 

Com a proibição de fazer campanha, líderes do governo e da oposição passaram o dia dando declarações com mensagens subliminares em favor ou contra a reforma constitucional. "Hoje na Venezuela decidimos se vamos no caminho do socialismo ou da democracia", definiu Leopoldo López, prefeito (equivalente a administrador regional) de Chacao, bairro de Caracas, e integrante do partido de oposição Um Novo Tempo.

 

"Este referendo é mais importante do que uma eleição presidencial", enfatizou o governador do Estado de Zulia, Manuel Rosales, segundo colocado na disputa pela presidência em dezembro do ano passado. "A Venezuela está no meio de uma grande encruzilhada. Ou tomamos o caminho do conflito, da violência, ou da paz e do diálogo", disse Rosales.

 

"Aos jovens que querem viver em liberdade, que querem ter trabalho e educação, votem", pediu Yon Goicoechea, o principal líder estudantil do país. "Hoje é o dia em que todos temos que mostrar a cara", prosseguiu Goicoechea, um estudante de direito de 23 anos alçado à condição de um dos principais líderes da oposição, no vácuo deixado pelos partidos tradicionais, desmoralizados por escândalos de corrupção antes da eleição de Chávez, em 1998, e pelas sucessivas derrotas eleitorais, desde então.

 

"O dia de hoje não pode acabar sem que votemos pelo dia de amanhã", sentenciou Goicoechea, dirigindo-se "ao povo de (Simón) Bolívar, amarelo, azul e vermelho (as cores da bandeira), da tolerância, do respeito aos que pensam diferente, o povo da democracia". A seqüência de referências busca recuperar de Chávez a associação ao "libertador" e repudiar sua monocromática adesão ao vermelho e seu hábito de desqualificar os opositores como traidores da pátria.

Lourival Sant´Anna,

Baixar Toques para Celular

Comentários (0)        Imprimir        Recomendar        Topo


Outros Artigos:
. Opositor acusa Chávez de violação das normas eleitorais (02/12/2007)
. Italiano mata mulher a tiros em hospital (02/12/2007)
. Abbas pede US$ 5,5 bi para reformas na Cisjordânia e em Gaza (02/12/2007)
. Venezuela inicia referendo sobre reforma constitucional (02/12/2007)
. Pré-candidatos republicanos trocam acusações em debate nos EUA (29/11/2007)
. Oposição boliviana paralisa regiões em protesto anti-Morales (29/11/2007)
. Professora britânica é julgada por blasfêmia no Sudão (29/11/2007)
. Eslováquia e Hungria prendem 3 tentando vender urânio (29/11/2007)
. Estado de emergência no Paquistão termina em 16 de dezembro (29/11/2007)
. Navio de guerra chinês visita Japão e sinaliza melhores relações (28/11/2007)



 
Anunciantes

Novas Imagens

Caminhão das Forças Armadas japonesas se prepara para transportar água para vítimas dos terremotos que deixaram nove mortos na segunda-feira (16/07/07)

Artigos Quentes
Após mais de 50 anos, Coréias restabelecem ligação ferroviária
Tripulantes iniciam caminhada para preparar chegada do Atlantis
Passageiros de navio que naufragou na Antártida passam bem
Indonésios passeiam com globo gigante contra aquecimento
Eurostar: trem faz trajeto Londres-Paris em 2 horas e 15 minutos

Buscar