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Os 100 passageiros e 54 tripulantes do navio de cruzeiro que começou a afundar nesta madrugada no mar da Antártida passam bem, embora estejam um pouco assustados. Segundo a guarda costeira argentina, a embarcação se chocou contra um iceberg.
O M/S Explorer havia partido no dia 11 de novembro do porto argentino de Ushuaia, distante cerca de mil quilômetros do local do naufrágio. Resgatados por botes e lanchas, algumas pessoas foram levadas para a ilha 25 de Maio, depois para outro navio de bandeira da Noruega, chamado Nordnorge. Os ocupantes do cruzeiro serão transportados ainda para a base naval chilena Frey, de onde seguirão de avião para Punta Arenas, no Chile.
turístico de origem britânica e de bandeira da Libéria, chamado MV Explorer, . Segundo a guarda costeira marinha da Argentina, denominada "Prefeitura Naval", os passageiros e a tripulação "se encontram bem".
Entre os passageiros estão dois argentinos e cidadãos "dos Estados Unidos, Canadá, China, Austrália, Inglaterra, Holanda e gente de todo o mundo", segundo descreveu Susan Hayes, funcionária de Gap Adventures, a empresa de Toronto dona do barco.
Além do navio Nordnorge, que participou do resgate, outras duas embarcações de passageiros, de bandeira do Panamá e Bahamas, se encontravam próximos ao local do acidente e prestaram socorro aos ocupantes do
De acordo com um comunicado da Prefeitura Naval, o cruzeiro "sofreu uma avaria em seu casco e alguns compartimentos começaram a inundar". O capitão da Prefeitura Naval Argentina, Pedro Tuhay, disse em entrevista à imprensa que o "navio tem uma escora de 23 graus, mas o estão mantendo muito bem".
O naufrágio do navio provocou surpresa, já que seu casco é reforçado para navegar em mares com glaciais, segundo informou a Prefeitura Naval. O M/S Explorer já que participou de um resgate em 1989, quando ajudou a salvar os tripulantes de um barco argentino que havia batido contra uma rocha nas Ilhas Amberes, na Antártida.
Apelidado de "pequeno barco vermelho", o M/S Explorer é um dos navios de expedição mais conhecidos no mundo. Trata-se de uma embarcação especializada, construída em 1969 e remodelada em 1993.
O Explorer costuma realizar viagens de duas semanas pela região da Antártida, ao preço de US$ 8 mil por cabine. Menor que a maioria dos navios de cruzeiro, essa embarcação consegue entrar em baías mais estreitas do continente gelado. Marina Guimarães,
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