Na nota, este homem conta que abriu a porta traseira do carro e tentou consolar a princesa, que "parecia inconsciente". "Ela repetia palavras como 'Meu Deus! Meu Deus!'", escreveu Redjil, que disse ter chegado à cena da tragédia antes do serviço de emergência.
A testemunha lembrou que viu o motorista francês Henri Paul morto dentro da Mercedes, caído sobre o volante, e que outro homem - Dodi Al-Fayed -, na parte traseira do carro, aparentava estava sem vida. Quando Redjil abriu uma das portas de atrás, viu uma "mulher loura, encolhida no chão, movimentando a mão".
"Tentei tranquilizá-la, dizendo-lhe em inglês 'Não se preocupe'.Ela abriu os olhos, mas não me respondia. Simplesmente continuava mexendo a mão. Acho que estava inconsciente", declarou. Em outro momento da audiência de hoje, um especialista em acidentes disse que as evidências de que o motorista que dirigia a Mercedes tinha bebido não são "necessariamente relevantes" para explicar a causa da morte de Diana.
O perito, contratado pelo milionário Mohamed Al-Fayed, pai de Dodi, disse que as chances de o nível de álcool atribuído ao motorista francês, que era duas vezes maior do que o permitido pela legislação do Reino Unido, ser capaz de provocar um acidente é de "uma em mil".