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Uma tem 27 anos e duas Olimpíadas no currículo. A outra, com 20 anos, só foi chamada para disputar o Pan na última quinta-feira. Mas as ponteiras Érika e Regiane viveram uma situação parecida neste sábado, na partida contra o Peru. Elas estrearam, ou reestrearam, em um jogo oficial da seleção brasileira feminina de vôlei.
Chamada para substituir Jaqueline, cortada após ter sido flagrada em um exame antidoping, Regiane nunca tinha atuado em um jogo oficial com a seleção adulta. E a sua estréia aconteceu no Maracanãzinho, sob os olhares de quase 12 mil pessoas. "Foi muito legal. O que eu tinha que fazer em quadra eu fiz", disse Regiane, que entrou no terceiro set e marcou um ponto, muito comemorado pelas outras meninas da equipe. "Elas me deram os parabéns", disse. Já Érika fez a sua reestréia na seleção. A jogadora, campeã pan-americana em Winnipeg-1999, não atuava em jogos oficiais da equipe desde a derrota para Cuba na decisão da medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004. "Foi maravilhoso. Dentro do Maracanãzinho, com a torcida gritando o seu nome, incentivando você, foi ótimo", disse Érika, que não pontuou no jogo. Após a partida, o técnico José Roberto Guimarães afirmou que a entrada das duas jogadoras serviu para dar mais ritmo de jogo às atletas. "Foi para elas já entrarem no clima. Elas vão precisar. Ainda não consegui colocar a (meio-de-rede) Thaísa, como eu queria", afirmou Zé Roberto. Lello Lopes
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