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Jorge Wagner pode ser novidade são-paulina para o ano novo Quarta-Feira, 26/12/2007, 01:46am (GMT-12)
SÃO PAULO - Se o presente de Natal são-paulino foi o atacante Adriano, para o Ano Novo a diretoria pode brindar os torcedores do São Paulo com a renovação do contrato do meia Jorge Wagner. O empréstimo do jogador termina dia 31 e, segundo os dirigentes do clube, o time tricolor deve definir sua compra em definitivo antes do final da semana.
“Estou conversando diariamente com pessoas do Betis, da Espanha (que tem os direitos sobre o jogador) e as negociações estão evoluindo. Acredito que teremos uma boa notícia entra o natal e o ano novo”, prometeu o vice-presidente de futebol Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.
Jorge Wagner veio por empréstimo para o São Paulo em 2007. O clube espanhol, no entanto, disse que não pretende prorrogar o empréstimo do jogador e só estaria disposto a cedê-lo em definitivo, por US$ 2,6 milhões (cerca de R$ 6,7 milhões). “Estamos trabalhando esse valores ainda. Acho que dá para diminuí-lo um pouco”, disse o dirigente.
Na pauta
Outros reforços que estão na pauta são-paulina são o volante Fábio Santos e o meia Diego Souza. Mas a definição de ambos deve ficar somente para o ano que vem. Nos dois casos a diretoria está esperando a abertura do mercado europeu de transferências para avançar nas negociações.
“Tanto o Benfica quanto o Lyon pretendem esperar um pouco para ver se serão apresentadas propostas de algum clube europeu pelos jogadores. Por isso só vamos voltar a conversar mais para frente”, disse o assessor da presidência, João Paulo de Jesus Lopes.
Caso nem Diego Souza nem Jorge Wagner venham, a diretoria já pensa em Danilo, que está na reserva do Kashima Antlers, do Japão. O jogador tem muito prestígio com Leco, que o indicou durante sua primeira passagem pela diretoria do clube, há quatro anos. Danilo jogou no São Paulo entre 2004 e 2006. Mas segundo Gilmar Rinaldi, seu procurador, o meia não considera a hipótese deixar o futebol japonês. “Ele tem contrato de mais um ano e pretende continuar no Japão. Não há a possibilidade de sair do Kashima”, garantiu. |
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