O crescimento da candidatura de Gilberto Kassab à reeleição, segundo a mais recente pesquisa Datafolha, pôs fim à possibilidade de um acordo entre democratas e tucanos já no primeiro turno para transformar Marta Suplicy (PT) em alvo preferencial e exclusivo do prefeito e de Geraldo Alckmin. Ao invés disso, o ex-governador e candidato tucano deverá intensificar as críticas à atual administração paulistana, que tem o PSDB entre seus quadros, como forma de tentar evitar que a boa avaliação do prefeito --40% de ótimo e bom-- se transfira para o candidato.
BRASÍLIA - Está pronto para voltar à pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) um assunto que vai novamente colocar em conflito ministros do tribunal e advogados, de um lado, e juízes de primeira instância e procuradores, de outro.
SÃO PAULO - O candidato à Prefeitura de São Paulo e atual prefeito, Gilberto Kassab (DEM), utilizou o horário eleitoral gratuito do rádio para falar sobre as suas realizações na área da educação e aproveitou para criticar as gestões de Marta Suplicy (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB), que não deixaram por menos e também fizeram críticas à atual gestão.
Marcelo Crivella (PRB) e Alessandro Molon (PT) já participaram do evento na semana passada. Amanhã, o candidato do PV à prefeitura carioca, Fernando Gabeira, vai expor seus planos. De quarta a sexta-feira, participarão Solange Amaral (DEM), Chico Alencar (PSOL) e Jandira Feghali (PC do B).
Com três parentes contratados para cargos de confiança em seu gabinete, o senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) aderiu ao grupo que sugere no Congresso a aprovação de um projeto para criar cotas e escapar da súmula do Supremo Tribunal Federal (STF), que vetou na semana passada o nepotismo nos três Poderes.
A investigação da Polícia Federal que ameaça ferir de morte o secretário de Relações Institucionais do PT, Romênio Pereira, preocupa a cúpula do partido e o Palácio do Planalto. Motivo: a suspeita de que Romênio integra um esquema de desvio de verbas públicas, levantada pelo Ministério Público, atinge o PT em plena campanha eleitoral e põe mais uma vez o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na berlinda, no rastro da Operação João-de-Barro, comandada pela PF.