Principal FAQ RSS Links SiteMap Frases Contato
:    
Todas Notícias
Brasil
 » Educação
 » Política
 » Policia
Concursos Publicos
Cotidiano
Economia
Entretenimento
Esporte
Frases e Mensagens
Internacional
Jogos
Música
Variedades
Tecnologia

Novidades
Seu Nome:
Seu E-mail:
botao Enviar botao

Pesquisa

Por que o Brasil está tão violento?

-----------
Outros
Desigualdade
Educação
Bebidas
Drogas
Votar
 
Resultado

 
Brasil » Política 

Oposição reage e se diz traída

 

Líderes de partidos de oposição afirmaram ontem que o governo os traiu ao anunciar o pacote de aumento de impostos para compensar a perda de arrecadação com o fim da CPMF. Os oposicionistas prometem endurecer e liderar uma "batalha campal" para impedir a aprovação da proposta orçamentária deste ano, prevista para ser votada em fevereiro, quando o Congresso voltará do recesso.

"Nos sentimos traídos", resumiu o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN), momentos depois do anúncio do aumento do IOF e da CSLL do setor financeiro. "Me sinto traído. Houve rompimento do acordo feito com a oposição", concordou o do PSDB, Arthur Virgilio (AM). Em dezembro, quando a CPMF foi derrubada no Senado, a oposição aceitou aprovar a Desvinculação das Receitas da União (DRU) desde que o governo se comprometesse a não aumentar a carga tributária para compensar o fim da CPMF.

"É um governo com sua habitual gulodice fiscal. Isso vai encarecer a produção", reclamou Agripino. "O governo não chamou ninguém para conversar. É mentira que precisa de dinheiro para compensar a CPMF", criticou Virgílio. "Queremos corte de gastos e não aumento de impostos. Não vamos compactuar com aumento de carga tributária."

Os aliados comemoraram. "Foram medidas equilibradas", disse o líder do PSB no Senado, Renato Casagrande (ES). "É um mal menor", resumiu o do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). "O aumento atinge o setor financeiro, que foi o mais beneficiado nos últimos anos. O governo apertou o cinto onde tinha de apertar."

Casagrande também rebateu as críticas de oposicionistas. "A oposição quando estava no poder só aumentou a carga tributária. Não cortou despesas, como está fazendo agora o atual governo."

SIGILO

O PPS vai tentar hoje barrar o instrumento que o governo criou para fiscalizar operações financeiras com o fim da CPMF. O vice-líder do partido na Câmara, Arnaldo Jardim (SP), vai propor um projeto para sustar a norma baixada pela Receita, que obriga os bancos a informarem operações de pessoas físicas que passem de R$ 5 mil em seis meses, ou de R$ 10 mil, no caso de pessoa jurídica.
Eugênia Lopes e Cida Fontes

Baixar Toques de Celular Grátis

Comentários (0)        Imprimir        Recomendar        Topo


Outros Artigos:
. General admite que Brasil fez parte da Operação Condor (30/12/2007)
. Ex-advogado de Valério julgou Azeredo no TRE (28/12/2007)
. Na TV, Lula aposta no PAC em 2008 e lamenta fim da CPMF (28/12/2007)
. Ministro apóia Justiça italiana e prega revogação da Lei de Anistia (28/12/2007)
. Virgílio rebate a Lula e diz que ele precisa respeitar Congresso (26/12/2007)
. Constituição recebe 5 emendas por ano e mantém normas transitórias (26/12/2007)
. TSE prevê gastar R$ 600 mi com eleições do ano que vem (26/12/2007)
. Governo prioriza cortes, mas pode elevar tributos (21/12/2007)
. Collor, campeão de faltas no Senado (21/12/2007)
. No Ibope, cenário de 2º turno de SP se inverte em um mês (21/12/2007)



 
Anunciantes

Artigos Quentes
Ministra do STF nega pedido de aliado de Renan para votação no conselho ser secreta
Renan diz não ter "nada urgente" para conversar com Lula
Contra Renan, oposição ameaça não votar CPMF e fazer operação-padrão
Renan descarta renunciar um dia antes da votação do caso no plenário
Conselho de Ética do Senado aprova relatório que pede cassação de Renan Calheiros

Buscar