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A Polícia Federal (PF) prendeu nesta terça-feira, em Brasília, cinco pessoas suspeitas de fraudes em benefícios culturais previstos pela Lei Rouanet. Entre os presos está uma funcionária do ministério que trabalharia no Conselho Nacional de Incentivo à Cultura. Segundo um funciónário da PF que não quis se identificar, ela cobrava R$ 1,5 mil das empresas que encaminhavam projetos culturais ao ministério em troca de prioridade na pauta de julgamentos. Depois de ter o projeto aprovado, as empresas teriam de pagar mais 5% do total do orçamento do projeto.A operação, denominada Mecenas, ocorre em conjunto com a Controladoria-Geral da União. Além da servidora, foram presos os proprietários de duas produtoras de Brasília, que agiriam juntamente com a funcionária. Um deles seria um policial civil. A denúncia teria sido feita pelo próprio ministério há cerca de um ano. A PF informou que, durante as investigações, não foi detectada a participação de outros integrantes do Ministério da Cultura ou do Conselho Nacional de Incentivo à Cultura. redação
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