|
|||||||||||||||||||||||||||
| : | |||||||||||||||||||||||||||
|
Bovespa ascende 0,86%; dólar bate R$ 1,64 A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) contraria o script de queda, previsto antes dos negócios por alguns analistas, e recupera terreno na jornada desta terça-feira, favorecida pela valorização de commodities metálicas e petróleo. O Ibovespa, indicador que reflete os preços das ações mais negociadas, valoriza 0,86%, para os 54.948 pontos. O giro financeiro é de R$ 1,22 bilhão. As duas principais ações da Bolsa, responsáveis por mais de 30% do volume financeiro diário, registram ganhos. A ação preferencial da Vale do Rio Doce avança 1,26%, enquanto a ação preferencial da Petrobras sobe 2,33%. O dólar comercial é negociado a R$ 1,640 na venda, com acréscimo de 0,42% sobre a taxa final de ontem. A taxa de risco-país marca 245 pontos, número 0,40% abaixo da pontuação anterior. Na Europa e nos EUA, as principais Bolsas de Valores operam em terreno positivo, a exemplo de Paris (0,41%) e Frankfurt (0,95%). A exceção é Londres, onde o índice FTSE cede 0,82%. Em Nova York, o índice Dow Jones ascende 0,32%. Entre as principais notícias do dia, o Departamento de Comércio dos EUA informou que as vendas de casas novas nos EUA em julho tiveram um crescimento inesperado de 2,4%, quando a maioria dos analistas do setor financeiro esperava uma retração. O preço médio dos imóveis, no entanto, tiveram uma queda recorde, de 15,4% no segundo trimestre, segundo o índice S&P/Case-Shiller --um dos de maior peso no mercado imobiliário americano. O instituto privado de pesquisa Conference Board revelou hoje que a confiança do consumidor americano na economia do seu país melhorou entre julho e agosto. O índice de confiança saltou de 51,9 para 56,9 pontos, superando as previsões dos analistas (consenso em torno de 53 pontos). No front doméstico, a inflação medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) teve desaceleração em cinco das sete capitais nos quais é apurado, segundo a FGV (Fundação Getulio Vargas). O destaque da agenda econômica deve ocorrer à tarde, quando será revelada a ata do Fomc, o equivalente americano do Copom, à 15h (hora de Brasília). Na ata, o colegiado de diretores do Fed (o banco central dos EUA) deve fornecer uma visão mais detalhada sobre a situação da economia local. Economistas devem ler com atenção o texto, em busca de pistas sobre os rumos da política monetária americana Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u437971.shtml
|
|
|||||||||||||||||||||||||
|
|
|||||||||||||||||||||||||||